O Moinho

Para produzir o melhor pão é necessário utilizar os melhores ingredientes e garantir os mais adequados processos. Num alimento em que os únicos ingredientes são farinha, água e sal, há que dedicar especial atenção à qualidade destes três constituintes do pão.

Tal com o café é melhor acabado de moer, também a farinha está no seu pico máximo de aroma e nutrição, quando acabada de sair do nosso moinho.

Os nossos cereais são moídos em mós de pedra, utilizando um sistema ancestral desenvolvido pelos romanos, tecnologicamente ajustado aos nossos tempos.

Moer a nossa própria farinha permite-nos usá-la no pico máximo da sua qualidade, sem recurso a quaisquer corantes e conservantes. No moinho de pedra, os constituintes do cereal – endosperma, gérmen e farelo – são delicadamente moídos em conjunto sem qualquer aquecimento do grão, originando uma farinha rica e integral. O nosso pão é produzido cerca de três horas após a moagem do cereal, garantindo maior frescura, aroma e nutrição.

A verdadeira farinha integral tem um tempo de vida curto, pois o farelo e o gérmen, ricos em óleo insaturados, oxidam, em contacto com o ar, perdendo qualidade tanto ao nível do gosto como em termos nutricionais.

Nas grandes moagens este problema é contornado moendo-se o cereal com cilindros de aço onde, apesar de haver um considerável aquecimento da farinha, ocorre uma separação imediata (antes da moagem completa dos grãos) do farelo e gérmen. Deste modo, obtém-se uma farinha refinada pobre em nutrição e aroma, mas com um longo prazo de validade. Por outro lado, as farinhas integrais disponíveis no mercado sofrem um processo de estabilização por acção do calor, adição de conservantes ou tratamento com radiações, perdendo o sabor fresco e natural dos grãos e muitas das suas qualidades nutricionais.

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